quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Bocados de Ponte de Lima

Passamos uns dias em Ponte de Lima e tirei lindas fotos, vou posta-las aqui para que vocês todos meus leitores viajem comigo...
Encontrei a Vida e a Morte e as registrei para partilhar com vocês!

Encontrei um sol timido por entre folhas e edificios antigos



Mas encontrei também neve por toda quinta...



                                              
                                             As paisagens são um descanso para os olhos





                                     Os animais da quinta são tão fofos, até o porquinho...

                                           


                                        A diversão em volta da lareira é garantida, e as comilanças 
                                                             portuguesas uma delícia!


Espero que tenham gostado da viagem...
Até a proxima!!
                        

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Que dizer dos costumes do Natal?


                                O que aconteceu com o tradicional Natal?

Dickens alegadamente “gostava de toda a parafernália inerente ao Natal”. Mas de onde se originou essa parafernália?
Com interessantes dados esclarecedores sobre o assunto, o jornal New York Newsday, de 22 de dezembro de 1992, citou John Mosley, que escreveu o livro The Christmas Star (A Estrela do Natal): “‘Os líderes da primitiva igreja não celebravam o Natal em dezembro especificamente para comemorar o nascimento de Cristo’, disse [Mosley]. ‘Era a maneira deles de lidar com o solstício de inverno’, o ponto de virada do inverno, quando o Sol interrompe seu deslocamento para o sul e volta a rumar para o norte, trazendo nova luz.
“Observa-se evidência disso nos símbolos do Natal, disse Mosley. O mais óbvio é o uso de plantas verdes, que simbolizam a vida numa época de escuridão e frio. ‘A planta verde mais em evidência é a árvore de Natal’, disse ele. ‘E os europeus do norte celebravam o solstício na floresta; eles adoravam árvores. De modo que a árvore de Natal é realmente um retorno à adoração de árvores nos períodos pré-históricos.’
“Também, disse Mosley, ‘o que é que se coloca nessas árvores? Luzes. Luz lembra o Sol e simboliza o Sol. É para o renascimento do Sol e o retorno da luz depois do solstício. Em toda a parte, as principais coisas envolvidas nas celebrações do solstício são luz e plantas verdes.
“25 de dez., acrescentou ele, ‘era também a data original do solstício de inverno, e muitas das coisas que fazemos hoje, e que achamos ser costumes cristãos relativamente modernos, realmente têm suas origens nas celebrações do solstício’.”



A música também caracteriza as celebrações do Natal. De modo que não é de admirar que as festividades romanas das saturnais fossem famosas por seus banquetes e festanças, incluindo dança e canto. Que o Natal da atualidade deve muito às antigas saturnais, os eruditos não mais discutem.
                                                        Apreensões profundas

O Arcebispo de Cantuária, da Inglaterra, Dr. George Carey, queixou-se do “Natal vitoriano de Charles Dickens”. A razão? “Preocupo-me de que as nossas crianças sejam afetadas pelo comercialismo”, disse ele.
Segundo o jornal The Scotsman, o bispo anglicano David Jenkins crê que o comercialismo do Natal esteja levando as pessoas ao ponto de um colapso nervoso. “Adoramos a ganância e o Natal se torna a festa da ganância e da insensatez”, disse ele, acrescentando: “Dívidas de cartões de crédito deixam as pessoas comuns em estado deplorável. . . . Há crescente evidência de que depois do Natal as pessoas caem no desespero e se entregam a discussões em família. O Natal cada vez mais resulta em problemas em vez de em benefícios.”
O jornal The Church Times, da Inglaterra, resumiu bem o problema do Natal: “Temos de nos libertar do grande bacanal em que permitimos que ele se transformasse!”



                                                                     O que fazer

Pode-se reconhecer o Natal pelo que é, uma celebração pagã que falsamente se apresenta como comemoração do nascimento de Jesus, e não ter nada que ver com isso.
Mas nem sempre é fácil adotar um proceder diferente da maioria. (Compare com Mateus 7:13, 14.) The Church Times reconheceu: “É preciso ser homem, mulher ou família de fibra para optar por não mais participar em uma festa que nos é impingida tão agressivamente pelos nossos semelhantes.”
Muitos que decidiram “optar por não mais participar” concordam com isso. Mas sabem também que um profundo amor à verdade lhes tem dado tanto o incentivo como a força para tomar e manter essa posição. Pode acontecer o mesmo no seu caso — se você assim o desejar.
*** g93 22/12 p. 19


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mais cantinhos aconchegantes que eu amo, no nosso quarto!

Esse quadro é um Estudo da Cabeça, muito antigo e valioso eu gosto muito dele, tem um quê de mistério...




Tenho essa queda enorme por borboletas, elas estão por todo lado em nossa casa
                                              Essas são as do lado dele no quarto.

                                      
                                           
                                  

                                        

                                             E esse é o meu lado do quarto...
                              Borboletas cor de rosa, caixinha de borboletas!

Um novo "porta macarrão" moderno e feito por si.

                                                                    Nessa foto estou mostrando a tinta que usei para cobrir as letras da latinha, encontrei o guardanapo perfeito, visto a latinha ser usada para guardar massas... depois de envernizada com spray incolor já esta pronta para ser usada...

                               

Reciclando caixinhas velhas

Essas caixinhas foram recuperadas através de decoupage, mostrei passo a passo, e inclusive o detalhe de retirar as 2 camadas de "forro" do guardanapo escolhido, senão for assim o trabalho não dá certo!

Depois de colado, espere secar um pouco e com uma lixa de unha, delicadamente ir aparando as bordas, essa é a melhor maneira para obter um bom acabamento.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Minhas orquídeas


As orquídeas são provavelmente a maior família de plantas que dão flor. Variam muito em inúmeros aspectos, mas todas têm em comum o facto de produzirem flores lindíssimas. Como plantas de interior, têm necessidades diferentes das da maioria, necessidades que para um cultivo bem sucedido há que satisfazer.
       Existe uma opinião generalizada de que as orquídeas são muito difíceis de cultivar e requerem condições que só as estufas podem proporcionar. Tal não é verdade. Embora as orquídeas necessitem de um tratamento especial, muitas espécies podem ser cultivadas facilmente num ambiente de interior. É efectivamente verdade que uma floração bem sucedida depende da capacidade de o jardineiro manter rigorosamente as condições adequadas. Assim, alguns jardineiros preferem cultivar as suas orquídeas em viveiros ou janelas para plantas, onde é possível controlar a luz, a temperatura e a humidade.
       A família Orchidaceae, inclui cerca de 750 géneros, mais de 20.000 espécies e muitos milhares de cultivares. Cerca de metade das espécies são terrestres (crescem no solo), e metade são epífitas (vivem presas a árvores, arbustos ou superfícies rochosas). Na sua maioria, as orquídeas em cultura são epífitas; com efeito, apenas as plantas de um género de orquídeas terrestres - Paphiopedilum - são plantas de interior relativamente comuns. As orquídeas terrestres, na maior parte, apresentam raízes espessas e carnudas, a que se ligam raízes finas e fibrosas, como na maioria das plantas terrestres. Estas raízes buscam os nutrientes de que a planta necessita.
As espécies epífitas têm geralmente raízes aéreas, além de um sistema radicular na base. Em natureza, estas raízes aéreas permitem que as plantas trepem ou rastejem ao longo dos seus vários suportes.
        No seu habitat natural, a maioria das orquídeas cresce em sol directo ou intermitente, com alguma sombra lançada pela folhagem em seu redor. Assim, no caso de espécies de interior, é conveniente proporcionar-lhes sol directo velado ou cultivá-los numa janela onde recebam algum sol de manhã ou à tarde. As minhas tem ficado nas janelas da cozinha onde recebem sol na maior parte do dia, e fico toda boba com suas contínuas florações, já estão com botões ou todas floridas de novo!  Conhecemos o criador através de suas criações...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Embrulhos de àgua nas nuvens... IMPRESSIONANTE

Já viram uma destas?
Em Jó 26:8 lemos que Jeová "embrulha as águas nas sua nuvens, para que a massa de nuvens não se parta debaixo delas".


Que belos 'embrulhos' observamos nestas fotos.

Este fenômeno também já foi registrado nos Estados Unidos, México, Inglaterra, Alemanha e Rússia. No Brasil, há apenas um caso registrado da nuvem, ocorrido em 2007, na bacia de Campos no Rio De Janeiro, que foi filmado por uma equipe da Petrobrás. Durou cerca de 3 horas.
 
 "Morning Glória" que apareceu em Campos-RJ em 2007
 
Há relatos de uma "Morning Glory" que teria aparecido nas cercanias de São Luis do Maranhão, mas não há fotos nem vídeos para comprovar.
O fato é que a Criação por si só fala sobre o criador...
 


As nuvens gigantes chamadas de Morning Glory, um dos mais raros e incríveis fenômenos meteorológicos


                                 


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Continuando family, family e family...




Essa sou eu... Nessa foto tinha por volta de 7 anos, tive uma infância difícil ... Mas só quero contar do lado bom e foram tantos!
Minha mãe não sabia ler e escrever, então ela não percebia muito bem a importância da leitura, na verdade para ela era um grande tabu as mulheres lerem, naquele tempo ela achava que ler "virava" a cabeça das meninas. Fazia questão que fóssemos para a escola, achava importante estudar, mas quando se tratava de ler outra coisa que não fosse os cadernos de escola era uma afronta. Então eu que comecei a ler e me encantei, queria ler tudo o que caisse em minhas mãos, desde rótulos de tudo, jornal, Biblia até gibis da Monica, do Cebolinha, do Tio Patinhas...
Passei a me esconder num quartinho dos fundos onde tinha uma caixa cheia de gibis "banda desenhada", as vezes passava tardes inteiras ali, nem fome sentia!

Naquele tempo não tinhamos acessos a tantos brinquedos e jogos como as crianças de hoje tem, então tinhamos que usar muito mais a inaginação do que qualquer  outra coisa. Não podíamos sair na rua, não tinhamos permissão. Sorte que o quintal era um paraiso para qualquer criança, lembro que tinha um grande pé de limão rosa e debaixo dele um pneu de caminhão, que para nós dois era uma incrivel nave espacial por onde faziamos viagens inesquecíveis! Um ponto assente era que naquele tempo não havia dengue e nem preocupação relacionada com agua de chuva nos pneus; alias naquele tempo não existia tanta coisa e no entanto vivíamos tão bem sem elas...
Lembro da televisão, sessão da tarde era minha alegria, os trabalhos de casa da escola ocupavam uma boa parte do dia e a televisão era mesmo controladissima.
Mas também brincávamos muito, eu e meu irmãozinho Valdir, eu sou apenas um ano mais nova do que ele...
As vezes eu tinha que ser o Tonhão para ele ser o Betão, e passavamos a tarde rodando pneus pelo quintal, e imaginando que eramos dois motoristas de caminhão que viajavam muito pelo sertao...
Mas consegui manter minha feminilidade quando brincava sozinha de casinha, nessa altura eu ainda não tinha boneca, então brincava com a boneca da minha cunhada Vera, na casa dela, ela me dava um pires com arroz, feijão de verdade, e eu passava horas ali na brincadeira. Hoje essa boneca está comigo, ela me deu e eu guardo com o maior carinho do mundo! (Qualquer dia posto a foto dela)

Meu irmão Valdir teve mais sorte do que eu e ganhou seu primeiro tratorzinho de plastico rmuito antes de mim, mas quando um dia chegando de viagem meu pai me entregou uma caixa com uma boneca, daquelas grandes com longos cabelos loiros eu quase morri de felicidade. Ele a comprou durante a viagem de trabalho... Coloquei nome nela de Marília e nunca esqueci da sensação que senti.
Imagine se hoje alguma menina sente isso por ganhar uma boneca? Mal nascem e o quarto já esta cheio delas, o que elas querem aos 7 anos é um pc, um celular, um videojogo...
O mundo mudou sim, mas será que se tornou melhor?

Os dias de muito vento era os que eu mais gostava, porque nesses dias eu voava...
Pasmem eu voavaaa mesmoooo, nunca consegui explicar esse fenômeno, mas eu me deitava na relva fechava os olhos e pronto...Estava no céu voando, podia aumentar a velocidade se quisesse, passar por baixo de pontes, subir entre as nuvens, nunca caia, e só voltava para a terra se quisesse!! Minha imaginação tinha um grau de realidade incrível, eu sentia o vento nos cabelos eu via as casas irem diminuindo de tamanho.

As vezes não voava, as vezes elegia uma pena, sim escolhia a dedo uma pena branca linda no chão do galinheiro e a soltava pelo ar, era minha princesa e procurava por seu principe...O chato era quando o vento a carregava do outro lado do portão trancado. As vezes tentava pedir para alguém que passava: -Faça o favor de pegar ali no chão minha princesa?
Quando olhava e não viam nada, (a não ser uma pequena pena) iam embora um bocado zangados...
Os adultos sempre foram muito esquisitos para mim, então passei a me esconder e ler...Lia muito até descobrir a Biblioteca da escola. Isso fica para um outro dia!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Meus avós

Meu avô Jerônimo Romeiro, atravessou o oceano ainda muito rapaz, com 17 anos... Deixou a Espanha, Sevilha sua terra natal e decidiu viver no Brasil, ele é esse garboso senhor da foto. Conheceu Joana, minha avó baiana, apaixonaram-se, casaram e tiveram muitos filhos. Joana minha avó era uma dama no sentido exato dessa palavra, eu nunca conheci ninguém tão sem instrução, tão pobre mas tão elegante, era uma dessas mulheres que mesmo vestindo vestidos de chita tinha um porte de rainha, minha avó era gêmea de João seu irmão, e teve filhos gemeos por duas vezes.
Nessa foto está minha avó Joana com os ultimos gemeos que teve, naquele tempo a saude das crianças pequenas era muito delicada, um sarampo, uma rubeola, uma pneumonia bastava para que não sobrevivessem. E foi o que aconteceu, os dois casais que tiveram morreram...



Mas tiveram outros filhos, entre eles minha mãe, meu avô  escolheu colocar o nome de Carmen Romeiro nela em homenagem a sua própria mãe espanhola também Carmen!
Nunca conheci nenhum dos meus bisavós, já estive em Madrid, mas ainda não fui até Sevilha, que aliás vi na net que são muitos os  lugares lindos lá...


Esses são meus pais no dia em que casaram, eu só nasci muitos anos depois...
Minha mãe contou que foi um dia bastante complicado; meu pai não acompanhou ela porque preferiu ficar  mais na festa...    Havia chovido muito e para ela chegar na "casa" deles tinha de atravessar um pasto, e tinha muitos buracos cheios de lama; imagine a cena: Ela sozinha no meio do mato com um vestido de noiva, pulando por poças de lama até que caiu num buraco... Levantou-se toda enlameada, quando chegou na "casa" que era pouco mais que uma cabana  feita com paus e barro (naquele tempo tijolos era só para os mais abastados), Ela tinha pouco tempo para tirar o vestido todo sujo e se lavar, precisava acender uma lamparina, (pensavam que tinha energia elétrica?)  Pois nem isso e nem agua encanada, o banho teve de ser frio em uma bacia, afinal ela não ia acender o fogão de lenha naquele momento não é?


Era a primeira noite deles, para ele não era novidade pois era "Pirangueiro" (pescador) e a sua fama de mulherengo o precidia, meu pai foi o melhor pai do mundo, mas péssimo marido...  
Minha mãe se casou por amor, e sonhava com essa primeira noite como toda menina moça apaixonada...

                                  


Sei que de alguma maneira foram felizes juntos, o tempo, os filhos,os netos, os bisnetos  criaram laços e chegaram a comemorar bodas de ouro, 50 anos de casados e quando meu pai faleceu, minha mãe murchou, parecia uma flor que não era regada...
Não demorou muito para adoecer e partir também para seu sono profundo!




Tudo o que me restou foram as memórias deles, as cantigas, as historias de medo em volta do fogão em noites de chuva!
Dividirei com vocês essas memórias todas, porque quando penso nisso e falo sobre isso, ou escrevo é como se por alguns minutos eu conseguisse mante-los vivos de novo!



domingo, 4 de dezembro de 2011

Flor, florzinha...

Chamou minha atenção pela sua cor extraordinária e sua semente um tanto diferente, apesar de não saber o nome, evidentemente fotografei, rsrs
Vou postar aqui e se alguem souber mais sobre ela ficarei feliz que compartilhe com todos nós


Essas sementes com espinhos lembram um pouco a mamona, nunca tinha visto, e aqui em Portugal é que não vou ver mesmo essa flor! Acho que o clima daqui não dá para muitas de nossas flores dai. Mas sem desmerecer nenhum dos climas, pois todos tem suas vantagens, vou fazer um post só com algumas variedades de nossas flores daqui, por exemplo a Tulipa, que é uma dama entre as flores... Mas isso é para um outro dia.ok? Ficamos por aqui hj, depois conto mais da viagem e coloco mais fotos das pessoas maravilhosas que conheci e com quem estive também.

Uma boa noite a todos...

Orquideas Alheias

Minha amiga Rose do Blogue "Amigas que engordam", sugeriu que eu postasse aqui algumas memórias de minha ida ao Brasil... Essa viagem apesar de curta e de não ter conseguido ver todos os que eu queria ter visto, abraçado e dado mil beijinhos. Foi uma viagem abençoada, fiquei feliz em encontrar minhas duas filhas casadas e bem, minha familia carnal já quase refeita das ultimas peças que a morte andou pregando por lá, nos tirando pessoas amadas... A vida tem essas coisas estranhas que muitas vezes eu não consigo lidar direito, não parece afetar a mim como afeta as outras pessoas, é diferente, é tão fundo que nada se vê a superficie. Uma dor que dura um tempo interminável, doi todos os dias e se eu não fosse quem sou, e não tivesse as crenças maravilhosas que tenho, não sei se conseguia não enlouquecer de tristeza...
Mas também existe todos os dias um renascimento da fé, da esperança, isso sim não pode morrer, simplesmente porque é o que nos mantem vivos.
Fiz passeios fantásticos, talvez para alguns até nem teriam graça, mas sou mesmo uma pessoa estranha... Em plena cidade de Araras por exemplo encontro em frente uma loja simpática um vaso de orquidea ma ra vi lho soooo, vou postar a foto aqui porque pedi permissão para a dona da loja e ela ficou muito feliz em saber que traria para a Europa a foto de sua plantinha.




Espantosa não é mesmo? De longe parecia de plastico e de perto de veludo...Um sonho para qualquer apaixonado por orquideas como eu sou

Em Santa rita tbm encontrei uma plantinha que chamou minha
atenção, estava plantada na calçada em frente a casa de alguém.

Já em seguida na próxima pagina...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mudança de casa

Hoje estive pensando sobre esse assunto, me mudei tanto e durante tanto tempo que conheço  todos os truques de uma mudança ordeira e fácil de guardar tudo na casa nova.
Pois todo mundo sabe que mudança é sinal de stress, cansaço, irritação na certa.
Mas sabia que não precisa ser assim?
O segredo de uma boa mudança de casa segura e sem stress é primeiro de tudo manter a calma. 



Na verdade o melhor a fazer é arrumar seus objectos cada um na sua caixa específica, por exemplo tudo que for da cozinha em uma cx, depois de fechada com fita se escreve bem grande na caixa "COZINHA",assim quando os entregadores, ou ajudantes, ou familiares apanharem as caixas no caminhão de mudança já deixam a cx na cozinha.
Quando for louças e vidros, embale cada peça em uma folha de jornal, e tente coloca.los todos na mesma cx, que também deve ser fechada e escrito "FRÁGIL VIDROS", e consequentemente cada cx no seu cômodo especifico.









Deixe a geladeira descongelada e limpa, mas cuidado com os alimentos congelados ou deixa na casa da vizinha até terminar a mudança, ou durante a semana que sabe que vai se mudar procure consumi-los para não ter desperdícios e estragar alguma comida.


Isso de escrever nas cxs o seu destino facilita muito na hr da arrumação você não ter que ficar carregando cxs de novo.
Durante toda a mudança, tente ajudar com coisas leves e delicadas, se puder leve-as no carro com vc!


Retire todas as roupas das gavetas, pode até coloca-las em sacos pretos de lixo, são grandes e dão muito jeito nas mudanças, deixe para dobrar tudo depois da mudança aos poucos!





Se tiver alguma coisa suja, tipo empoeirado por estar guardado, lave-o e seque antes de embalar, acredite em mim depois da mudança seu animo não vai estar para ai virado!
 E lembre-se manter o bom humor alivia metade da carga, então parem, descansem, tomem um lanche, sorriam, sejam gentis uns com os outros.






















Alias não esqueça de ter sempre arrumado em uma embalagem sanduiches, agua fresca, para que todos os ajudantes tbm possam lanchar, me lembro que sempre servia pão francês com mortadela, e coca cola geladinha nas nossas mudanças e com a fome que ficávamos todo mundo amava,rsrrs















E fique feliz lembrando-se que »»»»»»»»»»»»»»






Afinal tudo podia ser muiiitooo pior »»»»»


«««««««E muiiito mais dificil também...