sábado, 11 de fevereiro de 2012

A importância dos temperos

Tem um texto bíblico que diz que devemos temperar com sal  nossas palavras para que elas sejam mais agradáveis aos ouvidos das pessoas...

Um pouco de sal acaba por ressaltar o sabor dos alimentos!

Mas temos uma variedade imensa de temperos que podemos usar e abusar!!







Os tempero vendidos prontos como o "Pesto" ou o famosíssimo indiano "Massala"; Esses muitas vezes encontramos facilmente para comprar. Eu prefiro sempre que posso ter temperos frescos em casa, recentemente até fiquei feliz por ter encontrado em vasos alecrim e oréganos.




Uma sementinha que eu costumava usar no Brasil para fazer bolos, é a semente da Papoula
Ela não tem carcterísticas alucinógenas, não fiquem animadinhos hein?? Mas no bolo dá um crocante delicioso. O bolo é um pão de Ló normal só que acrescente uma xícara de nescau e uma colher cheia de canela em pó... E umas duas colheres da sementinha!
Tenho certeza que vão gostar!
Agora aprendam sobre essas sementinhas:
Em todo o Oriente, os grãos
 de papoula torrados são salpicados sobre pães e bolos, esmigalhados com mel ou usados como recheio das pastelarias. Na Índia, os grãos moídos são misturados com outras especiarias para engrossar e perfumar molhos. Grelhados, ressaltam o perfume sutil dos molhos, acompanhando as massas, o arroz e os legumes. O óleo da primeira pressão a frio é inodoro, tem um ligeiro gosto de amêndoas e é ideal para temperar as saladas; o da segunda, obtido por pressão a calor, é usado para perfumar sabões e ungüentos e intervém, depois de descoramento, na fabricação de pinturas. Mas esta papoula, conhecida como "papoula oficinal" ou "sonífera", também tem propriedades narcóticas. Do leite, que escorre
dos entalhes praticados nas cápsulas da flor ainda verde, extraem-se o ópio e seus derivados, a morfina e a codeína. Essas substâncias estão presentes apenas nas flores ainda verdes, nas cápsulas que ainda não estão maduras. Cultivada desde épocas muito antigas, a papoula aparece numa estátua cretense, datando de cerca de 1400 a.C., “a Deusa das Papoulas”, com suas flores e as cápsulas entalhadas para a extração do ópio. Os romanos ricos degustavam grãos de papoula branca torrados e passados no mel. Em outros tempos as propriedades narcóticas e medicinais do ópio foram largamente usadas na Arábia e na Ásia, porém a planta logo passou a ser olhada com desconfiança. Por outro lado, sua contribuição na luta contra o cólera-morbo, a disenteria e a malária fez com que se impusesse na Índia e na China. Ao florescerem, as pétalas desvelam a cápsula, de grãos de cor creme-amarelo e tão pequeninos que um milhão deles pesam meio grama. O uso na culinária de grãos de papoula madura (a que não tem poderes narcóticos) expandiu-se pelo mundo. Na Índia são empregados para tornar os molhos mais espessos. Depois de torrados e moídos num moinho de café, os grãos formam uma pasta que serve de base a muitos pratos turcos. Na Turquia, os grãos já escuros também são servidos como sobremesa, misturados a uma calda que contém passas e nozes. Grãos azul-cinza são comuns na Europa e na América do Norte e, como os das outras variedades, também são duros, mas não servem para ser usados nas receitas orientais. Para usar a papoula, é preciso conhecê-la bem; as cápsulas castanho-esverdeadas da flor variam em tamanho e forma e são envolvidas por um invólucro canelado coroado por um estigma (ferrete). No interior, muitas células formam divisórias, contendo cada uma minúsculos grãos. São designadas em sânscrito como khas khas, kasa bijan (sementes), kakasha (sementes) ahiphenam (resina); em bengali, posto-dheri; em hindi, kash-kasa (sementes), e seu produto, o ópio, como afyum. Em Goa, os chardós e os católicos saravasti a chamavam e muitos a chamam de cos-cos. Seu crescimento é anual. A planta é alta e produz flores de diversas cores, segundo as espécies: brancas, vermelhas, laranja ou violáceas. Com aroma e gosto de noz, leve e agradável, bem pronunciado e com uma nota açucarada.

Aqui está a imagem das sementes e da flor!!






Sei que jasmim não é tempero , quando a ganhei do meu maridinho eu achei  meio estranha, com pequenas flores brancas, mas já ao apanhar o vaso senti o perfume maravilhoso dela estou rendida, é a flor mais cheirosa que eu senti  até hoje... Obrigada meu amor , fiquei muito feliz viu?                                

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Pudim de pão





Eu sei que pudim de pão existem muitas receitas diferentes e nem todas são parecidas
Essa na realidade vai só um pãozinho, mas fica uma delicia...

Vai precisar de:

1 pãozinho amanhecido
umedecido em 1 xic. de chá de leite
1 lata de leite condensado
3 ovos inteiros                                        
1 lata de leite de coco
Bater tudo isso junto no liquidificador


A calda de caramelo é muito fácil de fazer, mas tbm encontra-se pronta para comprar e não é nada caro, muito mais prático...



Ele fica suave, com uma textura leve, nada a ver com os pudins de pão mais rústicos...
Caso tiverem dúvidas, postem que eu respondo, ok??

Uma boa noite para todos






domingo, 5 de fevereiro de 2012

Passeio no domingo pelo Parque



Fomos ao mesmo parque onde tiramos fotos no dia do nosso casamento dia 30 de março de 2010, encontramos tudo meio triste, as arvores ressentidas com o frio intenso se despiram, e até a carrugem estava um pouco nua,rsrrs.
 O parque é um lugar lindo, tem muitas esculturas de dinossauros  e outros feitos em plantas, tem um lago cheio de patos e cisnes, e muitos pombos e outros pássaros...




Estava mesmo um vento gelado, que não deixava meu cabelo arrumado, mas as fotos até ficaram boas...
A felicidade deixa as coisas todas mais bonitas



Mas de novo pude comparar hoje a vida e a morte
Encontrei esse pássaro lindo e depois outro morto, e depois em casa encontrei essas orquídeas caidas já secas, e o galho vizinho carregado de novas flores

Não sei bem porque tem me chamado a atenção esse tema ultimamente, mas o fato é que eu vejo a vida e a morte por todo lado... E agora fotografo isso, coisa da artista excêntrica que sempre fui, rsrs                                     

Arroz de Pato

Hoje o jantar foi uma especialidade portuguesa também, existem muitas receitas diferentes de como fazer esse prato, mas eu sou uma mulher muito prática, então o que puder ser facilitado facilitamos. A mulher moderna não tem muito tempo disponível, mas nem por isso deixamos de caprichar...
Bem então vamos lá! Comprei o pato já cozido e desfiado, meio pato pequeno é o suficiente para duas pessoas e ainda dá para mais uma refeição! No meu caso eu só precisei adicionar os ingredientes depois de fritar o alho e a cebola em manteiga becel (rica em ômega) numa panela grande, primeiro o pato depois o molho de tomate ou tomates picados, as uvas passas picadas miudinho, depois o arroz, um cubinho de caldo de galinha, (quando se comprar o pato cru, então depois de cozinha-lo para desfiar guarde a àgua para colocar no arroz, dá um gostinho especial).
Usar uma pitada de pimenta ou uma malagueta picadinha, deixar cozer como arroz normal, cuidando sempre de mexer até o fundo pq a tendencia do pato desfiado é grudar no fundo. Desligue antes de secar, pois senão pode ficar seco demais...

De sobremesa e finalizando o jantar nada como um bom chocolatinho e uma xicara de café fresquinho, ou como se diz em Portugal uma chávena de café!

Bom apetite!!